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Leonardo Shankara: “A música é a minha droga”

Por BANTUMEN

Leonardo Shankara é o “primogénito” da Yebba, a label que o próprio descreve como a produtora angolana independente que mais sucessos tem no mercado. A BANTUMEN fez uma pequena entrevista ao rapper para falar desse e outros aspectos da sua carreira enquanto artista.

“O trabalho na Yebba desenvolve-se através do “esforço próprio e apoio de alguns amigos chegado à ‘família’. Quando aparecemos, devolvemos o rap às ruas e trouxemos originalidade e tendências. Metemos vários slogans na boca do povo”, explicou-nos.

Há cerca de dois anos que Shankara tem lançado projectos novos na data do seu aniversário, 5 de Março, mas o artista revela que não será um hábito. “Na verdade a última mixtape era para sair em Dezembro do ano passado, mas devido a alguns atrasos ela veio parar nas minhas mãos numa data perto do meu aniversário, então decidi esperar mais umas semanas para a lançar. Mas não será tradicional nem habitual”.

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Sobre as realidades que imprime nas suas obras e a forma como tem marcado a sua evolução, o rapper diz: A evolução consiste em eu nunca abordar os temas da mesma maneira. Numa época dominada pelo trap e outras tendências e vibes musicais, eu trago uma mistura de temas muito actuais mas com sonoridades que não são habituais. Por outro lado ouve um maturação enquanto pessoa, que refletiu no meu crescimento enquanto artista, portanto eu posso falar até das mesmas coisas mas nunca da mesma maneira”.

Sobre o que podemos esperar no futuro, “eu continuo a criar e a gravar. É bem verdade que o tempo já não é o mesmo, por conta de outras afectividades profissionais, confesso que a música tem sido mais penalizada por conta do trabalho. Mas há sempre um tempinho para fazer, porque a música é a minha droga”.

Contudo, “por agora prefiro não prometer nada, sinto que paguei a minha dívida com os meus fãs lançando a última temporada NTDPCI e por agora vou deixar as coisas fluirem naturalmente”.

 

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