Gostamos de trocadilhos, nós. Volta e meia mandamos uma piada sobre assuntos que até não se dão a muitas brincadeiras. Se, porventura, houve alguém que não entendeu, falamos da andropausa. Muito resumidamente: é a menopausa que actua no homem.

Fomos ler sobre o assunto para aprendermos também e passarmos informação a quem sabe menos do que nós. Posto isto, temos alguns aspectos a referir.

Há uma altura na vida do homem – mais especificamente entre os 45 e os 55 anos – em que o corpo masculino cede a uma progressiva diminuição de produção de testosterona. Mas não é só disso que se trata.

Existe uma série de sintomas que quando se juntam resultam na chamada andropausa. Os homens não têm todos os mesmos sintomas, tão pouco haverá algum que tenha todos os sintomas associados a esta alteração hormonal. A cautela a ter-se aqui é que há perturbações que podem não ter uma associação directa à andropausa e no entanto…já vêem, né?

Mas existe tratamento? Existe. O tratamento passa por uma medicação – comprimidos ou injecção – cujo intuito é aumentar os níveis de testosterona no sangue. Disseram-nos que o médico que melhor entende desses mambos é o endocrinologista. Apontem. Ele é que vos vai dizer o que fazer quando vocês, meus kambas, tiverem a sentir uns kés malaikes tipo menos pêlos no corpo (até na barba); acordar de manhã sem aquela erecçãozinha espontânea; deprimir; makas de memória; suores e ondas de calor (mesmo nesse cacimbo cheio de temperaturas baixas).
Outras coisas chatas que podem acontecer: ossos ficarem frágeis e anemia, uma vez que a testosterona estimula a produção de glóbulos vermelhos.

É difícil perceber se estão a passar por essa fase da vossa vida porque o processo dá-se gradualmente. Mas não se apoquentem. Faz parte do envelhecimento.

No fim, esperamos, fica tudo mbora bem.