Pois é! Parece que ser pai entre os 25 e os 34 anos, nos dias que correm, traz mais felicidade, imaginem só. Mesmo quando não há kumbu, mesmo para corroborar a máxima de “o dinheiro não traz felicidade.

A conclusão é do estudo realizado pela Initiative sobre os pais da geração milénio, em 19 mercados em todo o mundo.

Com o objectivo de ajudar os clientes da Initiative a conhecer melhor este público, o estudo revela que os “pais Milénio estão a redefinir a paternidade”. Ou seja, são “entusiastas, dispostos a pôr a mão na massa, confiantes e financeiramente estáveis”, avança o site português Dinheiro Vivo.

A mesma análise, acrescenta que este público tem um enorme “potencial para as marcas, que devem desenhar a sua comunicação de forma a reafirmar estas caraterísticas”.

De acordo com o estudo, ser pai neste intervalo de idades significa encarar a paternidade como uma oportunidade para levar uma vida mais criativa, ousada e empreendedora.

Os pais Milénio “vêem a paternidade como uma oportunidade de se aplicarem e se focarem noutras prioridades”, refere a Initiative, que conclui que “70% dos pais Milénio acreditam que agora têm mais escolhas sobre a forma como querem viver as suas vidas.”

Em comparação com aqueles que não são pais ou com as Mães Milénio, estes pais têm 67% maior probabilidade de achar que as mulheres têm as mesmas oportunidades que os homens, o que pode indicar que veem os seus papéis na família de uma forma mais igualitária, refere o Dinheiro Vivo.