Gilbert Baker, artista e activista pelos direitos da comunidade LGBT e criador da “bandeira arco-íris” morreu aos 65 anos, na passada quinta-feira.

Baker é sobretudo conhecido pela autoria da “bandeira arco-íris”, há muito um símbolo da comunidade LGBT, criada em 1978 com o intuito de unir a comunidade gay de São Francisco, na Califórnia. Nesta bandeira, cada cor tem um significado: “sexualidade” para o cor-de-rosa, “vida” para o vermelho, “cura” para o laranja, “luz do sol” para o amarelo, “natureza” para o verde, “arte” para o turquesa, “harmonia” para o índigo e “espírito humano” para o violeta.

Ao longo dos anos, o cor-de-rosa e o índigo foram retirados da bandeira, tendo sido substituídos pelo azul. Em 2015, Baker comentava desta forma a sua criação: “Decidi que devíamos ter uma bandeira. Porque uma bandeira se coaduna connosco como símbolo, porque somos um povo, uma tribo. E as bandeiras têm a ver com reclamar o poder”, explicou.

Baker faleceu em sua casa em Nova Iorque, durante o sono, na passada quinta-feira. As causas da sua morte não foram, para já, reveladas.