ter um animal de estimação pode ajudar crianças e adultos com algum distúrbio cognitivo. Quem defende a ideia é o director de um dos centros de estudos para humanos e animais da Universidade de Purdue, em Indiana, EUA, Alan Beck.

De acordo com o director, as terapias que recorrem a animais podem ser as mais eficazes em hospitais, em particular nos pediátricos, uma vez que os patudos têm o dom de conseguir baixar os níveis de ansiedade, stress e solidão das crianças e adultos, lê-se na revista Time.

Já há algum tempo que o sucesso deste tipo de terapias é destacado, alguns médicos e terapeutas chegam mesmo a ‘receitar’ a presença do animal durante viagens com o único intuito de acalmar a pessoa. Embora não seja uma prática que agrade a todos os passageiros, está a torna-se numa situação bastante recorrente nos Estados Unidos.

Ter coelhos e tartarugas em casa pode ajudar a reduzir os níveis de stress e ansiedade e estar perto de tem um impacto altamente positivo na hora de reduzir as consequências do stress pós-traumático, escreve a Time.

Embora os resultados dos estudos e das terapias se mostrem sempre positivos e até claros, é preciso aprofundar ainda mais o tema, pois carece-se ainda de informação sobre o porquê destes tipos de tratamento serem tão eficazes.

E não se esqueçam, nem sempre é necessário recorrer à compra de um animal. Há milhares de animais em instituições à espera que uma família os adopte.