O nome de Catarina Boto não é de todo estranho na música em português, aos 17 anos participou nos Ídolos, em Portugal e no aos 18 fazia parte de uma girlsband, chamada L.N.O.G, Ladies no Gentlemans. Já são alguns anos neste meio mas é como Cat Boto e a solo que a cantora está a preparar o seu primeiro álbum.

Á conversa com a BANTUMEN, a cantora contou-nos um pouco da história que a trouxe até aqui e da primeira e única mixtape No Turning Back. Ligada à igreja foi ai que deu os primeiros passos na música, no currículo Catarina Boto apresenta formação como professora de canto e nas bocas do mundo ainda se recordam das performances arrebatadoras nas galas televisivas.

Num primeiro projecto, onde Cat Boto escreveu 10 faixas, arranjou uns beats da net, gravou umas demos em casa para depois por tudo em estúdio, num dia. Tudo o que a artista queria era chamar a atenção do número maior de público possível.

“Comecei por fazer a mixtape porque queria mostrar às pessoas o meu trabalho e a minha música,” disse Catarina que acrescentou ainda, que na altura disponibilizou a mixtape na internet mas andou também a distribuir e a divulgar na rua.

Agora com 24 anos, Cat Boto afirma que a composição e os arranjos vocais fazem parte de um processo criativo natural em si. A passagem para a carreira a solo foi um pouco atribulada até por razões alheias mas o resultado não poderia ter sido melhor. Como artista a solo adquiriu uma maior liberdade no momento de criar.

“Agrada-me a liberdade que tenho. Agrada-me não sentir pressão de nenhuma editora. Eu sou uma artista que gosta de ter controlo sobre tudo o que eu faço. Desde os vídeos, desde os conceitos até à minha imagem e à minha música.”

Para 2017, planeia lançar o seu álbum de estreia Quem Eu Sou, apesar de admitir que ainda falta um pouco para fechar a tracklist do álbum. Este projecto que tem a Big Bit como editora, conta com a produção de Juzicy beats e Beatoven na pós-produção.

Faz play na entrevista e fica a conhecer um pouco melhor Cat Boto.