A cachupa está no livro do Guiness

Cabo Verde realizou este ano a maior cachupa do mundo entrando directamente para os recordes do Guinness como sendo a primeira de sempre, anunciou a Cavibel, organizadora do festival Badja ku Sol, onde aconteceu o feito.

Em 2015, aquando da 7.ª edição do festival “Badja Ku Sol”, na praia da Gamboa, na cidade da Praia, a Cavibel, Indústria de Bebidas, lançou o desafio de colocar a cachupa nos livros dos recordes do Guinness. Na altura, a organização, que contou com a Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde (EHTCV), informou que foram confeccionadas cerca de quatro toneladas do prato típico cabo-verdiano, num tacho de 3,5 metros de diâmetro e 90 centímetros de altura, feito de inox e pesando 1,5 toneladas.

Entretanto, a Cavibel recordou que, na altura, não tinha uma balança de precisão para saber quantos quilos foram exatamente confecionados, o que inviabilizou a entrada.

Os organizadores salientaram que continuaram com a pretensão e este ano, na 9.ª edição do festival, foi confecionada “a maior cachupa do mundo”, com seis toneladas, no ano em que o festival contou pela primeira vez com a presença de um representante do Guinnees.

“Feito que nos orgulha e é para nós exemplo da determinação e vontade dos cabo-verdianos de inovar e querer estar com os melhores do mundo”, regozijou-se a organização em nota de imprensa.

Os organizadores do Badja ku Sol indicam ainda que esta é a primeira entrada de Cabo Verde no livro de Record Mundial.

A gala de atribuição da conquista será realizada na quarta-feira, na cidade da Praia, num acto que contará com a presença do primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva.

Há dois anos, Hernídia Tavares, directora de Marketing da Cavibel, disse à agência Lusa que a ideia é valorizar a gastronomia do arquipélago, e o melhor prato que representa o país é cachupa.

Também disse que com o prato no livro dos recordes do Guinness será uma mais-valia para o turismo cabo-verdiano.

A cachupa, a rainha da gastronomia cabo-verdiana, é confeccionada à base do milho, carnes e peixe, feijões, verduras e hortaliças.

Depois de confeccionada, a cachupa, que já vai na sua terceira edição, é servida gratuitamente a centenas de pessoas que se deslocam ao areal da Gamboa, para assistir ao festival Badja ku Sol.

TRABALHO DE PRETO
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