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Rock in Rio Lisboa com passes a partir dos 99 euros

A próxima edição do Rock in Rio Lisboa, que acontece nos dias 23, 24, 29 e 30 de Setembro de 2018, terá dois tipos de passes especiais para o fim de semana, com valores de 99 euros e 117 euros.

A informação foi confirmada à Lusa pela directora do Rock in Rio, Roberta Medina.

“Vamos fazer dois movimentos para oferecer este passe de fim de semana, um deles será um pouco mais barato. Ambos serão vendidos em quantidade limitada”, explicou.

“O perfil do Rock in Rio não é igual ao de outros eventos que costumam ter passe para o fim de semana, mas parte do público pede isto há muitos anos, então decidimos fazer”, acrescentou.

Elencando as principais novidades do próximo Rock in Rio Lisboa, a directora reafirmou que o festival terá cinco bandas no Palco Mundo e mais horas de evento.

A Rock Street manterá o tema de África, também fica no festival a praça de alimentação inspirada no mercado da Ribeira, porém, diferentemente do que aconteceu no Brasil, este espaço gastronómico será montado a céu aberto.

Outra novidade é o Distrito Pop, que mesclará diferentes aspectos culturais e atracções

“O Pop District vai levar para o Rock in Rio Lisboa arte, cinema, games e tudo o que as pessoas amam da cultura pop. (…) O palco será o Digital Stage, terá música e também performances de youtubers e influenciadores”, contou a executiva.

Fazendo uma avaliação da 17ª edição do Rock in Rio, que terminou na madrugada de hoje na cidade brasileira do Rio de Janeiro, Roberta Medina disse que a organização teve um retorno muito positivo do público.

“A nova cidade do Rock foi 1000% aprovada, as pessoas estavam muito felizes e a infraestrutura foi muito mais cómoda (…). O público viveu a experiência de parque temático, que era a nossa proposta. Todos os novos conteúdos foram muito bem aceites”, afirmou.

Falando sobre a onda de violência que assusta a população do Rio de Janeiro, principalmente após o recrudescimento dos conflitos na Rocinha, maior favela da cidade, Roberta Medina avaliou que o festival não foi comprometido.

“Não prejudicou em hipótese nenhuma. Acho que [o Rock in Rio] fortaleceu a mensagem de que existe um Rio de Janeiro possível desde que se esteja provendo segurança e as condições mínimas para que as pessoas possam dar o seu melhor”, apontou.

“É muito chocante o contraste do que aconteceu aqui dentro e do que está acontecendo na cidade (…). Num ambiente hostil, as pessoas são hostis, num ambiente acolhedor, a reação é diferente. Acho que as pessoas saíram com uma esperança renovada e com a energia recarregada do Rock in Rio”, concluiu Roberta Medina.

TRABALHO DE PRETO
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BANTUMEN c/ agências

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