A semana passada, Donald Trump chocou o mundo dos desportos depois dos ataques verbais à NFL e à NBA. Durante a campanha de Luther Strange, no Alabama, Trump atacou os jogadores da NFL que se recusaram a prestar homenagem durante o hino nacional, em protesto perante a violência policial e o racismo nos Estados Unidos da América.

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“Quem não gostaria de ver um destes donos da NFL, quando alguém desrespeita o hino nacional dizer: Estás despedido! Tirem esse filho da mãe do campo!”

Agora os protestos durante o hino nacional passaram da NFL para a NBA, com os Los Angeles Lakers a planearem darem o braço durante o hino nacional a temporada inteira.

“Estamos nisto juntos,” disse Luke Walton, treinador dos Lakers, à ESPN, antes da equipa jogar o amigável contra os Minnesota Timberwolves. “Penso que eles escolheram mostrar que somos um só, existe imenso respeito entre os atletas… Eu vou deixar eles falarem por si, mas tenho muito respeito por este país, pela bandeira e pelo exército.”

Luke Walton adiantou ainda que “por dar os braços, estamos a mostrar que existem problemas sérios no nosso país e nós temos a oportunidade de manter uma posição. Se não nos manifestarmos, é como se concordássemos e assim as coisas não mudam.”

No dia 29 de setembro, a NBA enviou um memorando às 30 equipas da liga reforçando a ideia de que durante o hino nacional os jogadores têm de estar de pé e aconselhou ainda para qualquer jogador que queira ficar de joelhos deve permanecer dentro do balneário.

Os galhardetes de Donald Trump estenderam-se à NBA depois do presidente se ter recusado a receber os Golden State Warriors, campeões da NBA da época passada. Podes ler sobre os antecedentes desta história carregando aqui.