Killa Weed Gang já é um nome bem conhecido do panorama musical urbano angolano, não apenas pelas produções musicais que fazem para vários grupos de renome em Angola, mas também pelo lifestyle, que foge do padrão habitual angolano.

Falamos com dois dos dez rapazes do grupo angolano, numa entrevista feita via FaceTime, a aplicação exclusiva para iOS que permite fazer chamadas de vídeo. A entrevista foi dirigida pelo jornalista Eddie Pipocas, a partir de Lisboa, que podemos ver no video abaixo.

Pinto Safado e Yamero explicaram as mudanças que têm ocorrido com o grupo desde Outubro de 2017, quando decidiram produzir apenas para eles próprios e dedicarem-se ao estilo hip-hop, em especial ao trap.

Atualmente o grupo tem dez elementos, sendo eles DDM que vive em Washington, Estados Unidos de America, Tory Trex que é musico, produtor e ilustrador que vive no Lubango, Angola, Killa-Z músico de Malanje, Angola, Lil Mxnster que vive na África do Sul, YungXY beatmaker de Malanje, Leo de Glasgow a maior cidade da Escócia, Pinto que é músico, produtor, videógrafo de Luanda, Mossoro e Edilson Tiago manager dos grupo e Yamero músico, produtor, diretor de arte, designer, videógrafo, fotógrafo e também beatmaker.

As faixas dos Killa Weed Gang podem ser encontradas no Spotify e os videoclipes no canal de YouTube da banda.

Pinto e Yamero explicam porque não sentem a concorrência dos outros grupo com a mesma idade e acreditam que o trabalho que fazem dentro do trap acaba por ser inspiração para outros grupos.

O nosso trabalho é diferente de todos os trabalhos feitos em Angola

Yamero também explicou que não estar a trabalhar para outros artistas acaba por dar-lhe uma margem de criatividade muito maior. O grupo está ainda muito ligado a várias formas de rentabilização através da sua música, nas plataformas digitais, distribuído os seus trabalhos de forma independente. Clica no play para vêr a entrevista completa.