Faltam oito dias para abrirem as portas de mais um Rock in Rio-Lisboa, que esta edição chega com tudo novo. A Cidade do Rock – recinto do festival – apresenta novos palcos, novos conteúdos e formatos de entretenimento, cenografias renovadas e, ainda, mais horas de música e entretenimento, além de tantas outras novidades.

Na Bela Vista, os vários espaços começam a ganhar forma e é cada vez mais fácil vislumbrar o gigante Parque Temático da Música e do Entretenimento que, nos próximos dias 23, 24, 29 e 30 de junho, vai receber milhares de visitantes e centenas de artistas.

No total são cinco palcos (Palco Mundo, Music Valley, EDP Rock Street, Super Bock Digital Stage e Yorn Street Dance), uma rua dedicada às culturas africanas, um “distrito” que celebra a cultura pop (Pop District), uma arena de gaming (Worten Game Ring), um mercado pop-up de alta cozinha (Time Out Market Rock in Rio), um mini parque jurássico dedicado a toda a família, uma piscina, uma roda-gigante Cofidis, um slide 7UP, mais de 23 espaços de restauração, 15 stands com ativações e surpresas das marcas, uma área VIP, duas áreas de tables corporativas, dois rooftops e, ainda, acesso facilitado ao recinto através de um plano de mobilidade reforçado, com maior abrangência e número de operadores, a pensar no conforto do público desde que parte para o recinto até ao regresso a casa.

Vão ser quatro dias de experiências verdadeiramente únicas, com 14 horas de música e entretenimento diário, com a Cidade do Rock a abrir ao 12h00 e a encerrar às 02h00.

Pelos espaços e palcos do festival vão passar os maiores nomes da música nacional e internacional da atualidade – como Muse, Bruno Mars, The Killers, Katy Perry, Bastille, Demi Lovato, Anitta, Jessie J, The Chemical Brothers, Agir, Carolina Deslandes, Diogo Piçarra, HMB, Capitão Fausto, Carlão, Blaya, Manel Cruz -, DJ’s, artistas de rua, fenómenos do entretenimento digital – Windoh, Wuant, SirKazzio, D4rkframe, SEA, @Cavalinho da Chuva, António Raminhos, Bumba na Fofinha, Dois Brancos & Um Preto, entre tantos outros -, artistas que representam o que hoje se apelida de “world music” – como Moh! Kouyaté, Selma Uamusse, Nástio Mosquito e nomes incontornáveis do panorama africano como Bonga, Tabanka Djazz ou Paulo Flores -, crews de bailarinos, gamers, conceituados chefs com estrela Michelin – Alexandre Silva, Vítor Sobral, Henrique Sá Pessoa – e muitos conteúdos de entretenimento nas áreas da música, dança, cinema, arte, gaming e gastronomia.

Os bilhetes para o festival têm um custo de 69€ e dão acesso à Cidade do Rock, a todos os palcos e todas as diversões/atividades. O dia 24 já se encontra esgotados, assim como os passes para ambos os fins-de-semana.

Recorde-se que o evento tem ainda uma vertente de responsabilidade social. O compromisso do Rock in Rio com a floresta começa, ativamente, em 2006, ano em que o festival se dedicou a apoiar projetos de reflorestação, não só em Portugal, como também no Brasil e nos Estados Unidos da América. Desde então foram já plantadas 3.250.000 árvores, entre as quais 49.000 na Pampilhosa da Serra, 19.000 em Mafra, 60.000 na Califórnia, 125.000 no Rio de Janeiro e 3 milhões na Amazonia.

Além destas iniciativas, em 2016 o Rock in Rio lança o projeto global Amazonia Live, com o propósito de alertar para as alterações climáticas e atuar na conservação da maior floresta do mundo – a Amazónia. Para este projecto foram, já, garantidas 73 milhões de árvores, que irão contribuir para recuperar aquele que é considerado o “pulmão do mundo”.

O Rock in Rio é, também, o único festival certificado com a norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, um reconhecimento dos compromissos assumidos pela marca no desenvolvimento sustentável, tendo já investido mais de 32 milhões de euros em projetos sociais e ambientais em várias partes do mundo.