Antes de dares o passo seguinte na tua relação, lê isto

Sabias que para teres uma relação saudável precisas de ter uma boa saúde mental? De acordo com especialistas, as coisas só correm bem e demoram tempo quando a saúde de ambos está plena e saudável.

Cada casal é um casal, nos primórdios de uma relação o ideal seria: casar e morar juntos e só depois namorar. Realidade que se veio alterar com o passar dos anos e de mentalidades. Já não é obrigatório seguir essa ordem para criar uma família ou para casar.

Ora vejamos, os especialistas acham que é prejudicial à saúde casar ou viver juntos sem namorar e apontam a necessidade de se voltar atrás, e que se prefira, em qualquer caso, seguir os passos que consideram definir uma relação.

De acordo com Emily de Ayala, diretora da clínica de psicologia Tevive Therapy and Healing, nos Estados Unidos. O essencial seria namorar pelo menos um ano antes de morar juntos e/ou casar é o tempo mínimo para evitar desgostos amorosos ou outros futuros problemas na relação (na atual e em próximas).

“Esta primeira fase da relação deve servir exclusivamente para conhecer melhor o companheiro e nunca tomar decisões importantes acerca da relação” salienta a especialista.

O primeiro ano de namoro é essencial para o casal se conhecer, apesar das emoções estarem à flor da pele e muito intensas, podem levar à toma de decisões não fundamentadas, que resultem da confusão entre intensidade e intimidade.

Emily de Ayala considera ainda que no primeiro ano de namoro o casal constrói a sua própria intimidade. Um pilar da relação que deve persistir após essas emoções referidas acima.

Depois dessa altura, entre os 12 e 18 meses, o casal já se conhece suficientemente bem e cada um será capaz de perceber qual é realmente o seu interesse relativamente ao parceiro, se é realmente uma relação que sobreviva após a fase mais intensa e de maior paixão.

Agora que já sabes o que fazer para ter uma relação saudável, força, põe em prática o que leste.

Wilds Gomes

Sou um tipo fora do vulgar, tal e qual o meu nome. Vivo num caos organizado entre o Ethos, Pathos e Logos - coisas que aprendi no curso de Comunicação e Jornalismo. Do Calulu de São Tomé a Cachupa de Cabo-Verde, tenho as raízes lusófonas bem vincadas. Sou tudo e um pouco, e de tudo escrevo, afinal tudo é possível quando se escreve.