STP - Serviçais das Memórias à Identidade

Vê aqui a lista dos vencedores do São Tomé Fest Film

Com o objetivo de mostrar a qualidade da sétima arte de um país com pouco mais de 204 mil habitantes, nasceu o “São Tomé FestFilm”, em 2015. Este ano, na sua quarta edição, “o que mais se notou foi o facto de termos um número alargado de filmes feitos por santomenses e uma presença expressiva de filmes dos países africanos de língua portuguesa”, disse-nos Hamilton Trindade, realizador e organizador do evento.

Foram mais de 400 inscrições, que resultaram numa seleção oficial de 28 filmes, vindos de 13 países (Alemanha, França, Estónia, Portugal, Espanha, Brasil, México, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e Timor Leste). As películas estarão em competição nas quatro categorias a concurso: longa-metragem, documentário, curtas de animação e curtas de ficção.

Abaixo está a lista dos vencedores da quarta edição do festival de cinema São Tomé Fest Film:

Competição Internacional, Prémio Longa-Metragem:
Uma Vida Sublime, de Luís Diogo – Portugal

Menção Honrosa, Longa-Metragem: 
Menção, de Edson Lemos Akatoy – Brasil

Prémio Curta-Metragem:
Terrain Vague, de Latifa Said – França

Menção Honrosa, Curta-Metragem:
Eu sou o Super-Homem, de Rodrigo Batista – Brasil

Prémio Documentário:
Kalunga, de Bernardo Gramaxo – Espanha /

Menção Honrosa Documentário:
Macaconi – As raízes de nossos filhos, de Fábio Ribeiro – Moçambique

Competição Nacional, Prémio Curta-Metragem:
Mina Kiá, de Katya Aragão – São Tomé e Príncipe

Menção Honrosa, Curta-Metragem:
Filhos D’Agua, de Juelce Beija Flor – São Tomé e Príncipe

Prémio Especial de Produção Nacional*:
Serviçais das Memórias à Identidade, de Nilton Medeiros – São Tomé e
Príncipe

*Prémio atribuído em homenagem aos que lutaram pela construção de economia de São Tomé e Príncipe, ainda na era colonial.

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Wilds Gomes

Sou um tipo fora do vulgar, tal e qual o meu nome. Vivo num caos organizado entre o Ethos, Pathos e Logos - coisas que aprendi no curso de Comunicação e Jornalismo. Do Calulu de São Tomé a Cachupa de Cabo-Verde, tenho as raízes lusófonas bem vincadas. Sou tudo e um pouco, e de tudo escrevo, afinal tudo é possível quando se escreve.