A indústria discográfica registou em 2018, a nível global, um aumento de 9,7 por cento nas receitas de venda de música, totalizando 17 mil milhões de euros, por causa dos serviços de ‘streaming‘ de música.

Os dados, revelados, em Londres, pela Federação Internacional da Indústria Discográfica (IFPI), dão conta que 46,8 por cento daquelas receitas em 2018 foram provenientes dos serviços de escuta online de música, como Spotify, Apple Music e Pandora.

Em 2018, Portugal seguiu em contraciclo, com quebras de vendas, afirmou à agência Lusa Miguel Carretas, responsável da associação Audiogest, remetendo para mais tarde dados concretos sobre o mercado discográfico nacional.

Segundo o relatório anual da federação, este foi o quarto ano consecutivo com aumento de vendas gerais de música, a nível global, com os Estados Unidos, o Japão e o Reino Unido a liderarem o mercado. O Brasil foi o décimo mercado com mais vendas de música em 2018.

A IFPI dá ainda conta de que, no ano passado, houve um aumento de 32,9 por cento de subscrições pagas pelos consumidores naquele tipo de serviços, para um total de 255 milhões de utilizadores em todo o mundo.