A primeira academia africana de drones e dados tecnológicos abriu esta segunda-feira no Lilongwe, Malawi, anunciou a UNICEF.

A iniciativa começou como uma forma de introduzir e promover a utilização de drones para serviços e programas humanitários, que podem ter um impacto positivo na vida de jovens e crianças africanas.

Os drones já teriam sido utilizados na ação de resposta a inundações, durante as cheias e foram utilizados para transportar comida e fornecer material médico essencial. Foi a partir daí que veio o interesse em investir mais no ‘mini avião’.

Inspirado-se no primeiro corredor aéreo humanitário de Àfrica, lançado no Malawi em 2017, esta nova escola tem como objetivo criar profissionais especializados no uso do drones, totalmente capazes de trqnsmitir o seu conhecimento qo meio do povo, de forma a gqrqntir benificios humanitários, mas também comerciais para o continente africano. Isto tudo com o curso de apenas 12 semanas.

O curso foi desenhado para treinar aproximadamente 150 estudantes de modo a conseguirem contruir e comandar eficazmente drones até 2021.

A academia está a ser financiada pelos parceiros da UNICEF, que também vão providenciar o curso livre de custos aos primeiros 26 estudantes a candidatarem-se, desde que os mesmos sejam do continente africano.

Este projecto foi pensado e desenvolvido com a ajuda da Instituto Politécnico e Universidade Estadual da Virgínia, que já teria feito workshops bem sucedidos no Malawi em 2017.

Em 2022, a academia prevê conseguir fornecer um mestrado de dois anos no programa de tecnologia drone em junção com a Universidade de Malawi de Ciências e Tecnologia, livre de quaiquer custos.