No dia 15 de fevereiro foram anunciados os 12 clubes de 12 países africanos que farão parte da competição inaugural da Liga Africana de Basquetebol.

A BAL (sigla de Basketball Africa League em inglês) é a principal liga de basquete de África , cuja fase de apuração começou no passado.

O sistema de apuração das equipas consistiu primeiramente na selecção de 32 clubes de todo o continente. A primeira ronda do torneio de qualificação começou dia 16 de outubro e terminou a 3 de novembro.

As equipas foram divididas em seis grupos, nos quais os dois primeiros classificados teriam acesso à rodada seguinte. Além destas, mais quatro equipas foram convidadas a fazer parte da segunda rodada da fase de qualificação.

Dos 12 selecionados, seis equipas, provenientes de Camarões, Mali, Moçambique, Argélia, Ruanda e Madagáscar, tiveram de passar pelo torneio de apuração para conseguirem alcançar a qualificação. Oque nã aconetceu com os campeões das principais ligas do Egipto, Nigéria, Senegal, Angola, Tunísia e Marrocos, que tiveram as suas participações garantidas na liga.

A conferência oficial do BAL realizou-se em Chicago, nos Estados Unidos da América, contou com a presença de figuras do meio, como Dikembe Mutombo que é Embaixador Global da NBA, Adam Silver que é o atual Comissário da NBA e, claramente, a presença de Amadou Fall, presidente da liga que anunciou e expressou a sua satisfação com o evento. “Este é um momento histórico, uma vez que damos boas vindas às 12 equipas que irão participar da nossa temporada inaugural”.

As equipas terão direito a disputar cinco jogos da fase regular da liga, realizados nas cidades de Cairo no Egipto, Salé em Marrocos, Monastir na Tunísia, Dakar no Senegal, Luanda em Angola e a fase de play-offs e final será em Kigali, no Ruanda.

Os equipamentos oficiais, roupas de aquecimento e de treino também serão fornecidas pela liga, através das marcas Nike e Jordan Brand.

Angola e Moçambique são os únicos países de expressão portuguesa que irão fazer parte da liga, que terá início dia 13 de Março.

Carrego a cultura kimbundu nas veias. A minha angolanidade está presente a cada palavra proferida. Sou apologista de que a conversa pode mudar o mundo pois a guerra surgiu também de uma. O meu mantra é "o conhecimento gera libertação e libertação gera paz mental, portanto, não seja recluso da ignorância".