A segunda semana de abril foi bastante produtiva no mundo musical, com destaque para o lançamento de Richie Campbell que foi o artigo mais lido na BANTUMEN. Seguiram-se os artigos sobre o álbum colaborativo entre Prodígio e Paulo Flores; a mais nova ministra de Angola, Adjany Costa; a entrevista à dupla de músicos Studio Bros e, por fim, a história do cantor luso-moçambicano Cire.

1 – “Come Quarantine W Me”, diz Richie Campbell

Richie Campbell lançou esta segunda-feira, 6 de março, um novo EP, o primeiro deste ano. “Come Quarantine W Me” é um convite informal a todos os que estão em casa de quarentena e precisam de companhia. O EP, que é composto por três músicas, já está disponível em todas as plataformas digitais.

2 – “Esperança” é o álbum que junta Prodígio e o seu herói, Paulo Flores

O respeito entre Paulo Flores e a Força Suprema sempre foi mútuo e visível. Recentemente, o poeta do semba e o rapper mais novo do grupo, Prodígio, uniram uma vez mais as suas vozes para dar vida a “Esperança”, um álbum colaborativo. O álbum foi “gravado em três sessões e, conta com a participação de Goglis. Nos instrumentais temos Manecas Costa, Mayo Bass e Kiari Flores, este último que herdou a veia artística do seu pai.

3 – Quem é Adjany Costa, a nova ministra angolana de 30 anos

A democracia angolana está ávida de sangue novo e João Lourenço, desde que foi empossado, a 26 de dezembro de 2017, tem reforçado que essa é também a sua vontade política: renovar. Adjany Costa é o porta-estandarte dessa remodelação. A jovem bióloga de 30 anos é agora a mais nova ministra da história política de Angola, depois de assumir o superministério da Cultura, Turismo e Ambiente.

4 – Studio Bros: “Sempre que houver oportunidade, levamos a bandeira de São Tomé e Príncipe connosco”

Desde de tenra idade que partilham uma amizade, a música veio por acréscimo, assim como o sonho de fazer algo com ela, entre latas e panelas que serviam de instrumentos. Os ritmos africanos ecoavam nas suas colunas em casa e em cada corredor do bairro, “adoçando” os ouvidos dos dois e depois as mãos. Dentro do quarto começavam a sair os primeiros BPMs de ritmos africanos tradicionais numa fusão com música electrónica, dando início à sua jornada em 2007. Primeiro, como Alto Nível Produções, fruto do sonho de ambos de criar música a partir dos seus quartos a da paixão de ambos. 

5 – Cire, a mistura portuguesa e moçambicana que vai atiçar o mercado da música

Numa bela tarde soalheira, estivemos a ouvir “Baby” de Cire, um single cuja base ressalta os ritmos africanos e caribenhos, que tão bem casam desde os anos ’80. O artista português é o responsável pela composição da letra e a produção é de Ransom Beatz. Quanto à mistura, masterização e guitarra levam a assinatura de Tommaso Antico. “Baby” é uma declaração amorosa à sua “Maria”, onde o artista expressa o que sente, com uma letra que viaja entre o português e o criolo.