Don Plako é brasileiro, tem 27 anos, e é em Portugal que está a tentar furar as barreiras do mundo da música. O rapper acaba de lançar nova música, “Litoral”, um som trap com uma pitada de funk e uma vibe positiva contagiante.

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Na humildade, lancei e fodac, link na bio! ✌🏾 Arte by: @mblvck96

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Com uma sonoridade que cola perfeitamente com o verão, a música está disponível em todas as plataformas de streaming.

Filho de Mogi das Cruzes, zona leste de São Paulo, Don Plako, cujo nome de registo é Felipe da Conceição, viveu uma infância dividida entre Portugal e Brasil, o que fez com que a sua linguagem musical sofresse influência dos dois países.

Instalado em Quarteira, no Algarve, foi ali que Plako teve o primeiro contato com o hip hop. Na altura, o jerk estava na moda e foi através do estilo que se tornou membro dos Supremacia e acabou por ter ligações a Deezy e Monsta, que na época pertenciam aos Swckerboyz.

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Repara Plako plako preto sarará… 👁 @ww.thay @freitasnavisao

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Nos últimos tempos, Don Plako já trabalhou com Tkiings, MC Saulinho, Mblack e num futuro não muito distante “gostaria de trabalhar com nomes como Zara G, Gson, Blaya e Monsta”.

“Não gosto de rotular a minha música e quero falar muito sobre não desistir dos sonhos, dar força de vontade”, explica-nos.

Plako entende o quão “é difícil chegar a ter notoriedade” e o ambiente artístico nem sempre é o mais amigável. Plako diz que o que leva muitas vezes outros artistas a não se ajudarem uns aos outros é o facto de existir o “medo de perder o espaço”.

Ainda para este ano, Don Plako pretende lançar o seu EP “que ainda está em constante mudança”, mas que já tem programados o lançamento de vários singles e videoclipes.

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Carrego a cultura kimbundu nas veias. A minha angolanidade está presente a cada palavra proferida. Sou apologista de que a conversa pode mudar o mundo pois a guerra surgiu também de uma. O meu mantra é "o conhecimento gera libertação e libertação gera paz mental, portanto, não seja recluso da ignorância".