O futuro mudou. Ou seja, tudo o que idealizamos e tomamos como garantido a nível profissional durante anos, desmoronou em fração de segundos. A pandemia da Covid-19 trancou-nos em casa, subiu muros e colocou-nos a viver literalmente no digital.

De repente, o teletrabalho passou a ser o normal, e quem não conseguir acompanhar esta aceleração e transformação, adaptando-se para apresentar o mesmo resultado à distância, corre o risco de ficar literalmente ultrapassado.

Se nos outros continentes os profissionais têm que debater-se com o tempo prestado ao empregador a partir de casa, empresas ponderam adaptar-se ao teletrabalho na era pós-covid, e até foi criada legislação para regular o teletrabalho, no continente africano o assunto terá de ser analisado ou abordado sobre outro prisma.

Assim, Neusa e Silva, enquanto geradora de pautas africanas, propõe-te uma reflexão sobre o teletrabalho em África, através das experiências da fotógrafa e criativa Indira Mateta, a partir de Angola, de Ouri Pota Pacamutondo, jornalista da Rádio Nacional de Moçambique, correspondente das Nações Unidas e docente universitário, a partir de Moçambique, de Cristina Morais, jornalista e Delegada da Sapo a partir de Cabo Verde, e de Chris Allen Barroso, analista de Sistemas de Informação, a partir de São Tomé.

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Apaixonada pelo jornalismo económico, sou de opinião que devemos priorizar a formação e estar preparados para aproveitar as oportunidades de trabalho que vão aparecendo.... Assim sendo, licenciei-me em ciências da comunicação e fiz dois cursos profissionais na ETIC de TV e Rádio e no Cenjor de Rádio, ambos em Lisboa Portugal. Actualmente sou Vice-presidente do conselho técnico da Federação Angolana de Golfe e correspondente freelancer