A edição deste ano do FESTLIP, festival de promoção do “multiculturalismo das sociedades da CPLP”, vai acontecer de 18 a 23 de junho, em streaming via Facebook e YouTube.

Desta vez, com uma programação completamente online e disponível de forma gratuita, o festival contará com a exibição de filmes, artistas lusófonos que irão realizar shows, leituras dramáticas, debates, exposições e outras atividades.

Para este ano, nasce na programação o inédito “Festival Som da Língua”, que será dirigido pelo cantor angolano Paulo Matomina e que vai juntar, em lives, músicos dos países lusófonos como Abel Dueré, a cantora brasileira Luanda Cozetti e o seu grupo Couple Coffee, Dj Mam do Brasil, Iragrett Tavares da Guiné Bissau, Otis Selimane de Moçambique, o instrumentista Yami vindo de Portugal, entre outros.

Na abertura do FESTLIP, no dia 18, será disponibilizado o espetáculo teatral “A terceira Margem do Rio”, de Guimarães Rosa, que foi montado e exibido presencialmente em 2017 com a direção de Paulo de Moraes.

Dentro deste projeto já se apresentaram Natália Luiza, Zezé Motta na área de poesia, e Elena Iyanga, Hélder Antunes, Leonardo Miranda na área de “Mostra Teatral”.

FESTLIP vai na sua 12ª edição e além de ser um projeto idealizado e que ainda recebe a direção artística da atriz brasileira Tânia Pires, conta com a produção de TALU Produções, Linharte e com a apoio institucional da Comunidade de Países de Língua Portuguesa – CPLP e do Instituto Camões.

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Carrego a cultura kimbundu nas veias. A minha angolanidade está presente a cada palavra proferida. Sou apologista de que a conversa pode mudar o mundo pois a guerra surgiu também de uma. O meu mantra é "o conhecimento gera libertação e libertação gera paz mental, portanto, não seja recluso da ignorância".