O top dos artigos mais clicados da primeira quinzena de junho é marcado pelo orçamento da cidade que o artista senegalês Akon pretende construir no Senegal, seguido pelo novo recurso do Whatsapp que consiste em fazer pagamentos sem sair da rede social; o single “Cocaína” que reúne rappers portugueses e brasileiros; as acusações de racismo na Vogue e a Anna Wintour e a auto-proclamada como zona autónoma de um bairro em Seattle, nos Estados Unidos.

1 – Akon tem um orçamento de 6 mil milhões para construir a sua própria cidade no Senegal

O cantor norte-americano, nascido no Senegal, anunciou no Instagram no início de 2020 que era oficialmente o proprietário de uma nova cidade no seu país de origem. Akon City será uma cidade totalmente autónoma, parcialmente financiada pelo turismo, de acordo com o governo senegalês.

2 – Já é possível pagar, enviar a receber dinheiro através do WhatApp

O WhatsApp tem um novo recurso que pode ser uma mais valia para os seus utilizadores, pelo menos no Brasil, o único país onde a atualização já está disponível. Agora, é possível efetuar pagamentos, enviar e receber dinheiro através da app.

3 – “Cocaína” une V-Block e Pinneaple numa mistura entre rappers portugueses e brasileiros

Com o selo da Pinapple StormTV, o videoclipe de “Cocaína” é o último material gravado de uma passagem dos artistas brasileiros pela Europa. O cenário do vídeo tem por base uma sessão de estúdio, que começa com um pôr do sol com vista para a ponte 25 de Abril, em Lisboa.

4 – Vogue e Anna Wintour desmascaradas por funcionários da Condé Nast

O tsunami de indignação desencadeado pelo assassinato de George Floyd já derrubou algumas das figuras mais poderosas da media nos EUA, incluindo o editor de opinião do New York Times e os principais editores do Bon Appétit, Philadelphia Inquirer Refinery 29.

5 – #BLM nos EUA: Em Seattle, um bairro autoproclamou-se zona autónoma

Em Seattle, Washington, um bairro auto-proclamou-se como uma “área autónoma”. Depois da esquadra de polícia ter sido fechada temporariamente, devido a alguns incidentes violentos à margem das manifestações contra o racismo, os moradores cercaram o bairro.