A edição deste ano da Web Summit será realizada nos dias 2 e 4 de dezembro e, segundo o seu fundador, Paddy Cosgrove, Lisboa “ainda é a casa” e o evento será 100% online.

A maior conferência de tecnologia da Europa, a Web Summit, será realizada inteiramente em formato digital, em dezembro próximo, devido à pandemia do novo coronavírus.

Em comunicado, Cosgrove indica que a capital portuguesa “ainda é a casa da Web Summit”, mas considerando o número ascendente de casos de covid-19, “temos que pensar no que é melhor para o povo de Portugal e nossos participantes”.

Segundo a Reuters, a decisão foi confirmada depois de uma conversa entre o fundador da iniciativa, representantes do governo português e o presidente da câmara municipal de Lisboa, Fernando Medina.

Na sua plataforma de conferência, a Web Summit terá a capacidade de hospedar 100 mil participantes online, juntando-se cerca de 800 palestrantes em que Eric Yuan, presidente executivo da Zoom, e o ator Chris Evans, de “Capitão América”, farão parte do evento.

A Web Summit saiu de Dublin para Lisboa há quatro anos e, antes da pandemia, o evento atraía cerca de 70 mil participantes todos os anos, que incluíam oradores das variadas e principais empresas de tecnologia e startups do mundo.

“A resposta mais segura e razoável é hospedar o Web Summit totalmente online em 2020”, disse Cosgrave. “Estamos ansiosos para receber os participantes de volta a Lisboa em 2021.”

Relembramos-te que a BANTUMEN disponibiliza todo o tipo de conteúdos multimédia, através de várias plataformas online. Podes ouvir os nossos podcasts através do Soundcloud, Itunes ou Spotify e as entrevistas vídeo estão disponíveis através do nosso canal de YouTube.

Sabias que com a tua contribuição podes ajudar a BANTUMEN a crescer? O nosso objetivo é criar uma narrativa de empoderamento da comunidade negra lusófona e tu podes fazer parte deste processo. Inscreve-te no Patreon e faz a tua parte! Lembra-te da filosofia Ubuntu: “eu sou porque nós somos”.

Carrego a cultura kimbundu nas veias. A minha angolanidade está presente a cada palavra proferida. Sou apologista de que a conversa pode mudar o mundo pois a guerra surgiu também de uma. O meu mantra é "o conhecimento gera libertação e libertação gera paz mental, portanto, não seja recluso da ignorância".