No âmbito do Projecto Procultura PALOP-TL, o Instituto Camões atribuiu 25 bolsas aos artistas oriundos dos PALOP e Timor Leste para residências artísticas na área da música e artes cénicas.

Segundo uma nota informativa publicada no site do instituto, os 25 artistas selecionados nesta 2ª edição do concurso vão frequentar residências artísticas em diversos países como Brasil, Espanha, França, Indonésia, Itália, Malásia, Portugal e Uganda, juntando-se aos 12 artistas já contemplados com este apoio em 2019.

A iniciativa enquadra-se no âmbito do projeto da União Europeia Procultura PALOP-TL, através da parceria entre Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, IP e a Fundação Calouste Gulbenkian.
Tem como objetivo atribuir 60 bolsas a artistas dos PALOP e de Timor-Leste, nas áreas da música e das artes cénicas, para apoiar a frequência de residências artísticas em países vizinhos, na Europa, Brasil ou Austrália, e entre outros.

A mesma visa ainda contribuir para o conhecimento de outros contextos de criação contemporânea, incentivar o seu reconhecimento e a sua circulação internacional, adiantando que nessa edição foram atribuídas duas bolsas a artistas de Angola, seis a Cabo Verde, uma a Guiné-Bissau, uma a São Tomé e Príncipe, seis a Moçambique e nove bolsas a artistas de Timor-Leste.

Os resultados do concurso podem ser consultados em aqui.

Em 2019, 12 artistas de Angola, Cabo Verde e Moçambique foram selecionados para a frequência de residências na África do Sul, Brasil, Quénia e Portugal.

O Procultura é uma acção financiada pela União Europeia que tem como objetivo contribuir para o aumento do emprego em actividades geradoras de rendimento na economia cultural e criativa nos PALOP e Timor-Leste.

Tem como objectivo contribuir para a criação de emprego em actividades geradoras de rendimento na economia cultural e criativa nos PALOP e em Timor-Leste. Está enquadrada pelos princípios do Consenso Europeu em matéria de desenvolvimento nomeadamente, pelo reconhecimento de que a cultura favorece «a inclusão social, a liberdade de expressão, a formação da identidade, o empoderamento civil e a prevenção de conflitos.

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