Passaram-se 33 anos desde que Eddie Murphy estreava-se na pele de um dos seus personagens mais icónicos: o príncipe Akeem Joffer, do reino de Zamunda, em Um Príncipe em Nova Iorque.

33 anos depois, eis um Príncipe em Nova Iorque 2

Passaram-se 33 anos desde que Eddie Murphy estreava-se na pele de um dos seus personagens mais icónicos: o príncipe Akeem Joffer, do reino de Zamunda, em Um Príncipe em Nova Iorque.

Disponível desde este sábado, 5, no serviço de streaming Amazon Prime, o filme é como uma celebração de 40 anos de uma carreira sem igual, cujo apogeu aconteceu nos anos ’80.

As más línguas dizem que sequência é desarticulada e entediante, mas salva pelo bom humor comunicativo à la Eddie Murphy. E se for necessário apimentar a curiosidade, basta dizer que James Earl Jones, Wesley Snipes, Arsenio Hall, Teyana Taylor, Michael Blackson, entre outros não menos importantes, compõem o elenco.

Eddie Murphy parece determinado (como o próprio explica numa entrevista a uma publicação francesa) para lembrar ao mundo o génio da comédia que já foi e um pioneiro indiscutível na quebra de barreiras raciais em Hollywood.

Um Príncipe em Nova Iorque, o de 1988, não foi apenas um conto de fadas bonito, engraçado e bem-humorado, embrulhado por um John Landis em grande forma. Foi também um marco na história do cinema afro-americano, sendo um sucesso de bilheteiras, com um elenco quase 100% negro – não fosse a Paramount ter exigido que houvesse pelo menos uma pessoa branca nos créditos -, e que, com um reino africano imaginário e fantasmagórico, abriu um precedente para filmes como Pantera Negra.

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