DJEFF junta-se a Black Coffee em concerto histórico nas Arènes de Nîmes

13 de Maio de 2026
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©Rafael Deprost

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Nas Arènes de Nîmes, em França, o afrohouse encontrou-se com a imponência de um anfiteatro romano e com a linguagem da música orquestral. Foi nesse cenário, entre património histórico europeu, eletrónica africana e um público de cerca de 14 mil pessoas, que DJEFF integrou o alinhamento do concerto de Black Coffee, realizado no dia 8 de maio.


Depois do concerto, o artista partilhou, através das redes sociais, fotografias da noite e descreveu a experiência como “profundamente especial e emocionante”. Para DJEFF, abrir o primeiro espectáculo de Black Coffee com orquestra na Europa, dentro de uma arena romana com dois mil anos, foi um daqueles momentos que ficam na memória. “A excelência, o glamour e a boa música continuam a mostrar o caminho”, escreveu.


O espectáculo foi apresentado como o primeiro concerto orquestral de Black Coffee na Europa, num formato 360º, com palco central e orquestra ao vivo. A proposta levou às Arènes de Nîmes uma releitura das sonoridades que têm colocado o artista sul-africano no centro da música eletrónica global, ao juntar afrohouse, arranjos sinfónicos e uma dimensão cénica pouco habitual neste circuito.


DJEFF e Black Coffee | ©Rafael Deprost


DJEFF surgiu no cartaz ao lado de Black Coffee, Soubeiran e Axel Plays, num evento com lotação esgotada. A relação com Black Coffee já vinha de outros momentos do seu percurso, marcados pelo apoio do artista sul-africano, e esta participação volta a aproximar os dois nomes dentro de uma cena que tem conquistado cada vez mais espaço à escala global.


Black Coffee, nome artístico de Nkosinathi Innocent Maphumulo, nasceu na África do Sul e é hoje uma das figuras mais reconhecidas da música eletrónica africana. O DJ e produtor sul-africano tem sido um dos principais responsáveis por levar o afrohouse para palcos internacionais de grande escala, com uma carreira que atravessa clubes, festivais, arenas e colaborações com artistas de diferentes geografias.


Já DJEFF nasceu em Lisboa, filho de mãe angolana e pai cabo-verdiano, mudou-se para Luanda em 2008 e tornou-se uma das figuras mais relevantes na afirmação do afrohouse ligado a Angola. A sua música é composta por sonoridades como house, afro-tech, ritmos africanos e uma leitura própria da pista de dança, construída entre Angola, Portugal e outros circuitos internacionais.


Em 2011, DJEFF fundou a Kazukuta Records, editora criada para dar espaço à música eletrónica feita em Angola e a artistas ligados à cena house angolana. Desde então, tem passado por clubes, festivais e eventos internacionais, levando a sua sonoridade a públicos que acompanham a evolução do afrohouse dentro e fora do continente.

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