Marcas por escrever
Contactos
Pesquisa
Pesquisar
Pesquisa

Partilhar
X
Estes últimos 12 meses foram vividos na estrada, nos palcos, nas salas de debate, nas margens e no centro. Um ano em que a BANTUMEN esteve onde as conversas importantes estavam a acontecer, a ouvir, a perguntar, a provocar reflexão. Entre Portugal, África e a diáspora, acompanhámos eventos culturais e institucionais que ajudaram a pensar o presente e a imaginar futuros mais justos, plurais e representativos.
Festivais, conferências, exposições, prémios e encontros comunitários cruzaram-se numa agenda intensa, feita de pessoas, ideias e contextos que falam de identidade, criação contemporânea, memória, inovação e circulação cultural. Mais do que marcar presença, estivemos no terreno com tempo, escuta e compromisso editorial, com o propósito de transformar cada momento em conteúdo, reflexão e diálogo.
Celebrámos 10 anos de BANTUMEN. Dez anos de insistência, de construção lenta e, muitas (muitas!) vezes, contra a corrente. Foi o fechar de um ciclo longo, exigente e profundamente formativo, para abrir espaço a um novo começo. Num contexto mediático cada vez mais hostil, onde o ódio cresce e onde projetos focados em nichos específicos são frequentemente empurrados para a margem, conseguir, ao fim de uma década, ter três pessoas na equipa a trabalhar a tempo inteiro e com salário foi um passo estrutural e simbólico. Para nós, significou estabilidade, continuidade e a confirmação de que este trabalho, apesar de tudo, tem valor, impacto e futuro.
Ao longo do ano, confirmamos a importância de existir um projeto que opera em duas frentes complementares: a editorial e a cultural, ambas sustentadas por um exercício contínuo de curadoria, muitas vezes invisível, mas absolutamente essencial.
No plano editorial, a BANTUMEN afirmou-se como um espaço de mediação crítica, onde as culturas afrodescendentes e africanas são tratadas com profundidade, contexto e responsabilidade. Mais do que noticiar acontecimentos, o trabalho editorial constrói narrativas, liga pontos, acompanha percursos e ajuda a criar memória coletiva. Este processo exige tempo, escuta, investigação e escolhas conscientes sobre quem ganha visibilidade e em que moldes.
Em paralelo, no plano cultural, atuamos como agente ativo na criação, programação e acompanhamento de projetos, festivais, exposições e iniciativas artísticas. Aqui, a curadoria assume um papel central: identificar artistas, aproximar contextos, criar encontros e abrir caminhos entre criadores, instituições e públicos. É um trabalho de bastidores, feito de relações, confiança e conhecimento acumulado, que raramente se vê, mas que sustenta grande parte das colaborações e oportunidades que acontecem no terreno.
Esta dupla atuação faz deste nosso projeto uma porta aberta para a criação de pontes: entre artistas e novos projetos, entre territórios e diásporas, entre memória e futuro. Ao articular comunicação, curadoria e produção cultural, o projeto contribui para um ecossistema mais diverso, mais representativo e mais conectado.
Nada disto teria sido possível sem as parcerias, colaborações e cumplicidades que sustentaram o trabalho da BANTUMEN ao longo destes anos. A todas as instituições, coletivos, artistas, programadores, técnicos, parceiros institucionais e comunitários que confiaram no nosso olhar, no nosso tempo e na nossa forma de fazer, deixamos um agradecimento profundo.
Sabemos também que nem todas as histórias foram contadas. Não por desinteresse ou invisibilização deliberada, mas porque o tempo útil e as mãos disponíveis continuam a ser limitados face à vastidão de contextos, pessoas e projetos que merecem atenção. Há percursos que ficaram em espera, conversas que ainda não aconteceram, territórios que continuam fora do nosso alcance imediato. Reconhecer isso faz parte de um exercício honesto de balanço e responsabilidade editorial.
Em 2026, assumimos um compromisso claro: sair das bolhas, alargar o campo de escuta, chegar a outros lugares, outras comunidades e outras narrativas que continuam fora do radar mediático. Queremos criar mais tempo, mais espaço e mais condições para contar histórias com a profundidade que exigem, sem pressa e sem concessões. Este novo ciclo começa com gratidão, consciência das limitações e a vontade firme de continuar a construir pontes, agora ainda mais longe.
Lançamento da Estratégia Nacional para a Transformação Digital (ENTD.GW), na Guiné-Bissau. Foto ©BANTUMEN
A convite do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) da ONU, a BANTUMEN esteve durante o mês de janeiro na Guiné-Bissau a acompanhar o lançamento da Estratégia Nacional para a Transformação Digital (ENTD.GW), numa cerimónia realizada no Palácio do Governo. A iniciativa visa, num horizonte de cinco anos, modernizar o país através da digitalização dos serviços públicos e privados, impulsionando a inovação, a inclusão social e a eficiência administrativa. Dessa passagem resultaram diversos artigos focados em áreas temáticas diferentes: do lado do empreendedorismo, conversámos com Maria Mendes, fundadora da Kalmasoul Guiné-Bissau, uma empresa de serviços turísticos que se dedica a promover experiências autênticas no país. No plano do desenvolvimento, falámos com Ana Dju, Head of Solutions Maping & Youth Focal Point do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas na Guiné-Bissau, empreendedora social através da associação Mindjer i Futuro, da qual também é fundadora, e uma voz ativa no trabalho de base com comunidades em situações de vulnerabilidade. Nas artes, destacámos a história e o percurso de Mamadu Conté, artista plástico e presidente da Associação Nacional de Produtores e Promotores de Arte da Guiné-Bissau. E algures no Mercado de Bandim, encontrámos a Fatumata, cabeleireira e confecionadora de perucas, que tinha aberto recentemente o seu salão.
Exposição Coro em Rememória de um Voo, de Julianknxx. Foto ©BANTUMEN
No início do ano, a BANTUMEN juntou-se ao Centro de Arte Moderna Gulbenkian para desenvolver a sonoplastia da exposição Coro em Rememória de um Voo (Chorus in Rememory of Flight), do artista britânico-sierra-leonês Julianknxx. A exposição propôs uma reflexão crítica sobre as narrativas históricas dominantes e ampliou a experiência da arte negra contemporânea através de uma articulação sensível entre imagem, som, voz e memória.
O trabalho foi desenvolvido em colaboração com o artista Luzingo, cruzando paisagens sonoras, voz e composição musical como elementos centrais da experiência expositiva. A intervenção sonora funcionou como extensão narrativa das obras visuais, para reforçar temas como memória, identidade, diáspora e pertença, num exercício que colocou o som como ferramenta de mediação artística e sensorial. Esta colaboração marcou mais um momento de reconhecimento institucional do trabalho da BANTUMEN além do campo editorial, e que afirma a sua atuação também na curadoria e na produção cultural interdisciplinar.
1ª edição Festival Square. Foto DR
A cidade de Braga acolheu o festival Square - Mapping The Atlantic, uma iniciativa inserida nas celebrações de Braga como capital portuguesa da cultura, com o objetivo de criar oportunidades a comunidades, fortalecer e cultivar conexões e oportunidades entre os três continentes do Atlântico. O festival aconteceu entre os dias 29 de janeiro e 1 de fevereiro. A BANTUMEN juntou-se à iniciativa enquanto parceira e a nossa diretora Marisa Mendes Rodrigues foi responsável pela moderação do debate “O centro não pode sustentar: redefinir a ideia de sucesso”, que juntou nomes como Mynda Guevara, Djo da Silva e Laura Diaz, num diálogo alargado em torno da construção de novas ideias e paradigmas de sucesso, mais inclusivos e construídos através de novas perspectivas da realidade.
Cláudio Intel, diretor INTEL | 📸 DR
A BANTUMEN foi parceira na curadoria dos nomes distinguidos na edição deste ano dos Prémios Angola 35 Graus, iniciativa dedicada à valorização de jovens talentos angolanos com menos de 35 anos. A 17.ª edição da premiação realizou-se na noite de 6 de fevereiro, no Clube S, reunindo personalidades de diferentes áreas que se têm destacado pelo seu contributo para o desenvolvimento e a projeção do país.
Ana Rita d'Almeida, Vanessa Sanches, Jenny Spencer e Dieg | Foto ©BANTUMEN
A 11ª edição do AME aconteceu entre os dias 7 e 10 de abril de 2025, na cidade da Praia, com showcases, conferências, workshops, feiras e individuais (one on one meetings). O primeiro dia da edição 2025 marcou uma nova abordagem no programa do evento ao estrear, pela primeira vez, uma conferência logo na abertura oficial. A conferência inaugural teve como tema central a importância da comunicação no crescimento artístico. Subiram ao palco a fundadora da BANTUMEN, Vanessa Sanches, a CEO da agência criativa Hausdown, Ana Rita d’Almeida, a agente cultural Jenny Spencer Medina e o artista multi-instrumentista cabo-verdiano Dieg.
Bluay durante a edição de 2025 dos Play - Prémios da Música Portuguesa |Foto DR
A BANTUMEN, através da sua direção, atuou como júri dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, uma cerimónia anual que visa premiar, celebrar e valorizar a música produzida em Portugal, distinguindo artistas, obras e projetos que mais se destacaram no panorama nacional e lusófono ao longo do ano. A edição de 2025 decorreu no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 23 de abril, e marcou o segundo ano consecutivo em que a BANTUMEN foi convidada a integrar o painel de avaliação. A participação neste evento traduziu-se no contributo para a apreciação crítica das obras e propostas musicais em competição, reforçando a ligação entre o projeto editorial e a cena cultural portuguesa.
Polo tecnológico, na cidade da Praia, Cabo Verde | Foto ©BANTUMEN
Nos dias 5 e 6 de maio, Cabo Verde escreveu um novo capítulo na sua estratégia de transformação digital com a inauguração oficial dos dois polos do TechPark.CV, na Praia e no Mindelo, respetivamente. A cerimónia contou com a presença do Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, que liderou os dois momentos inaugurais. Os jornalistas Eddie Pipocas e Wilds Gomes estiveram a acompanhar o evento do qual resultaram entrevistas com Monique Evelle, fundadora da Inventivos, Akinwumi Adesina, presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), e ainda um artigo de opinião “Para quem é, afinal, a inovação tecnológica do Parque Tecnológico de Cabo Verde?”, escrito por Wilds Gomes.
Phedilson durante a atuação de celebração de 10 anos da BANTUMEN, dedicada a Angola | Foto ©BANTUMEN
Em 2025, a BANTUMEN celebrou uma década de existência com um programa especial que ocupou todo o mês de maio, transformando o Musicbox, em Lisboa, num ponto de encontro da lusofonia africana. Ao longo de várias noites, cada celebração colocou um país dos PALOP no centro do palco, através da música, da dança e da convivência, num exercício simbólico de afirmação cultural e celebração coletiva. Estas festas foram momentos de celebração, mas também de memória e continuidade. Cada noite funcionou como uma homenagem às diásporas africanas em Portugal e ao papel que a BANTUMEN tem desempenhado, desde 2015, na criação de pontes entre culturas, artistas e públicos.
Homenagem a Sara Tavares durante o Festival MED | Foto ©BANTUMEN
O Festival MED regressou a Loulé de 26 a 29 de junho para celebrar a sua 21.ª edição e trouxe na bagagem uma programação reforçada pelo cruzamento de geografias, sonoridades e culturas. Este ano, o evento acolheu Cabo Verde como país convidado, num momento que antecede a celebração dos 50 anos da independência do país. No terreno, Marisa Mendes Rodrigues e Djamir Afonso tiveram oportunidade de conversar com alguns dos artistas que compuseram o alinhamento do cartaz: Ferro Gaita, Selma Uamusse, Paulo Flores, Cesária Évora Orchestra, Cristina Clara, Ceuzany Pires. Houve também oportunidade de entrevistar Augusto Veiga, Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas de Cabo Verde, que esteve presente no evento com a restante delegação.
Paraíso - Braga
Sheila Khan e Marisa Mendes Rodrigues | Foto ©BANTUMEN
De 18 a 20 de Setembro de 2025, Braga tornou-se palco do Paraíso, um programa artístico multidisciplinar que celebrou os 50 anos das independências dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. O programa foi dividido em três eixos: performance, pensamento e mediação. Entre os destaques estiveram a aguardada estreia da ópera “Adilson”, de Dino D’Santiago, os concertos da Banda Monte Cara e de Fidju Kitxora, e ainda debates e propostas cinematográficas com curadoria da BANTUMEN, que se juntou à iniciativa pelo terceiro ano consecutivo, focadas em memória, identidade e descolonização do pensamento. A 19 de setembro, a Livraria Centésima Página recebeu a mesa-redonda “E depois da independência? Das lutas da libertação às lutas de hoje”, com moderação e curadoria de Marisa Rodrigues, diretora da BANTUMEN e participação de Marta Machado, Sheila Khan e Tiago Vieira da Silva.
Daniel de Lemos, Toty Sa'Med e Nayela durante a exposição As Camadas da Alma, MIA 2025, em Luanda | Foto BANTUMEN
Pela primeira vez, o MIA – Mês da Identidade Africana começou fora de Portugal. A iniciativa criada pela BANTUMEN, em 2022, atravessou o Atlântico e inaugurou em Luanda um ciclo de talks, experiências culturais e a sua primeira exposição, com curadoria do The Creative Hub by Cipro Group. O gesto marca o regresso simbólico à cidade onde nascemos digitalmente, em 2015, para refletir sobre as memórias que moldam o futuro. Em Luanda, o programa abriu com a exposição “As Camadas da Alma”, inaugurada em parceria com a Galeria Plano B, dirigida pelo artista angolano Aladino Jasse. A mostra reúniu obras de Vernon de Castro (Angola) e Edson Bernardo (Moçambique), numa reflexão sobre memória, corpo e território, traduzida através da serigrafia.
Conferência de abertura da Glam Wiki 2025 | Foto ©BANTUMEN
Lisboa recebeu a terceira edição do GLAM Wiki, um encontro que reuniu a comunidade Wikipedia e instituições culturais de todo o mundo - de galerias e bibliotecas a arquivos e museus. Mais de 200 participantes de mais 100 países estiveram presentes nesta celebração global do conhecimento livre, que teve como anfitriã Vanessa Sanches, fundadora da BANTUMEN e parceira, há quatro anos, do coletivo feminista Wiki Editoras Lx. Organizada pela Wikimedia Portugal e Wiki Editoras Lx, a conferência aconteceu entre 30 de outubro e 1 de novembro, nas instalações do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). Pela primeira vez em Portugal, o evento sob o tema “Resiliência”, abriu espaço para debates sobre o papel das instituições culturais e do conhecimento aberto num mundo em constante transformação.
Welket Bungue, Cleo Diara e Marisa Mendes Rodrigues durante um debate no âmbito do MIA 2025 | Foto ©BANTUMEN
O MIA – Mês da Identidade Africana, uma iniciativa BANTUMEN, apresentou a sua 4.ª edição, entre 5 e 15 de novembro, na Casa do Comum, com uma programação de entrada livre que juntou arte, cinema, literatura, infância, formação e música. A edição de 2025 afirmou-se como um prolongamento do diálogo entre Luanda e Lisboa, um eixo simbólico que devolve à memória o seu papel de força criadora, e contou com o apoio da Casa do Comum, Direção-Geral das Artes, Flint, Natixis, Pastéis de Belém, República Portuguesa, Sogrape e The Creative Hub by Cipro Group.
Foto DR
O Ecoar, festival criado pelo Banga Colectivo - grupo de arquitetos e artistas angolanos sediados em Lisboa - teve lugar nos dias 8, 10 e 11 de novembro, com o objetivo de escutar aquilo que sobreviveu fora do livro e da escola, histórias, canções, provérbios e modos de pensamento transmitidos pela voz. A 10 de novembro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, realizou-se uma conversa que reuniu a investigadora Marisa Moorman, o músico Victor Gama e o tradutor Wayami Sérgio, sob moderação de Marisa Mendes Rodrigues, da BANTUMEN. O diálogo partiu dos temas centrais do festival para propor uma leitura crítica sobre como o português moldou a cultura angolana, ao mesmo tempo que as línguas nacionais, como o kimbundu e o umbundu, resistiram como depositárias de identidade e memória.
BANTUMEN na Gulbenkian - Digital
Montagem da exposição de Carlos Bunga | Foto DR
A BANTUMEN juntou-se à Fundação Gulbenkian para oferecer um novo olhar sobre atividades e artistas, numa parceria que promove a diversidade das perspetivas e sensibilidades das comunidades afrodescendentes dos países que partilham a língua portuguesa. Ao longo do ano foram entrevistados artistas e agentes culturais cujos trabalhos integraram a programação do Centro de Arte Moderna, entre os quais: Grada Kilomba, Kitty Furtado, Pocas Pascoal, XEXA, Carlos Bunga, Damara Inglês, Tristany Mundu e Ondjaki, Piny e Zia Soares.
António Santos, na Web Summit 2025 | Foto @stephanmneto
Pelo quarto ano consecutivo, a BANTUMEN foi parceira da Cabo Verde Digital na cobertura da presença de startups cabo-verdianas na Web Summit, em Lisboa. Acompanhámos de perto a participação das startups no maior palco tecnológico europeu, dando visibilidade aos seus percursos, projetos e ambições, e reforçando a importância de celebrar o ecossistema empreendedor africano nos grandes circuitos internacionais de inovação.
Equipa BANTUMEN e o artista Rahiz, durante a PowerList de 2025 | Foto ©BANTUMEN
A quinta edição da PowerList BANTUMEN 100 foi revelada a 6 de dezembro, reafirmando o compromisso da BANTUMEN em destacar cem personalidades afrodescendentes dos países lusófonos cujo trabalho tem marcado impacto no panorama contemporâneo. A lista reúne perfis destacados em várias áreas profissionais e culturais, reforçando a centralidade da afrodescendência no espaço lusófono. Publicada no site da iniciativa, a seleção resulta de um processo colaborativo entre diversos meios de comunicação de expressão portuguesa, sublinhando a relevância das vozes afrodescendentes nas Ciências, Cultura, Comunicação e Empreendedorismo, entre outras áreas. A iniciativa contou com o patrocínio oficial da Auchan, com coprodução da Lisboa Cultura, Ministério das Indústrias Criativas de Cabo Verde, Natixis e Hausdown.
Relembramos-te que podes ouvir os nossos podcasts através da Apple Podcasts e Spotify e as entrevistas vídeo estão disponíveis no nosso canal de YouTube.
Para sugerir correções ou assuntos que gostarias de ler, ver ou ouvir na BANTUMEN, envia-nos um email para redacao@bantumen.com.
Recomendações
Marcas por escrever
Contactos