O novo álbum de Paulo Flores, Kandongueiro Voador, está disponível desde o final de 2017, e é constituído por 12 faixas. Um álbum que foi preparado no “laboratório criativo” do Benfica, em Luanda, onde esteve com muita gente como por exemplo Bruno M e Força Suprema.

Depois da divulgação em Luanda, o álbum foi apresentado no palco da Aula Magna da Universidade de Lisboa, no mesmo dia em que foi lançado em Portugal. Voltamos a cruzar-nos com o artista durante a sua atuação no Rock in Rio em Lisboa, no passado final de semana.

Conseguimos furar o protocolo da organização e conversar alguns minutos com o ti’ Paulo sobre o álbum, que nos explicou que o novo álbum “apanha muita boleia na linguagem da juventude assim como espera que as nova gerações apanhem a mesma boleia”.

Na entrevista também falamos da música que da titulo ao álbum que foi produzido pelo produtor angolano residente em Lisboa DJ Satelite que quando o Paulo ouviu fez lembrar as melhores musicas francesas dos anos 90.

Paulo esteve pela primeira vez no Rock in Rock, no palco EDP Rock Street, dedicado a África e com a curadoria de Paula Nascimento.

Para a sua estreia, o artista levou a sua banda composta pelos músicos Armando Gobliss (teclas), Chico Santos e Joãozinho Morgado (percussão), Edu Miranda (violão, cavaquinho e bandolim), Hélio Cruz (bateria), Manecas Costa (guitarra) e Mayo (baixo) para juntos interpretarem sete das 12 faixas do álbum Kandongueiro Voador, assim como o clássico  “O Semba” do álbum Recompasso, de 1999.

A carreira de Paulo Flores conta com mais de 15 álbuns, recordando que no ano passado, o álbum de 2016 Bolo de Aniversário, venceu na categoria de Álbum do Ano na premiação dos Angola Music Awards.