A Rock Street é um sucesso consolidado junto dos visitantes do Rock in Rio, que a cada edição encontram nesta rua manifestações artísticas e performances ímpares. Este é um espaço conhecido por se apresentar como um local de festa privilegiado, onde o público se sente ainda mais envolvido, ao interagir com o espetáculo e os próprios artistas.

Depois do sucesso da edição 2016, em que o ritmo brasileiro contagiou o público português, a inspiração para a Rock Street 2018 chega do continente africano – inspiração de todos os ritmos e estilos musicais, incluindo o rock e o pop.

Sendo a Rock Street “mais elaborada que alguma vez foi feita”, Roberta Medina, responsável pelo Rock In Rio em Lisboa e Madrid, garantiu, esta quinta-feira, em exclusivo à BANTUMENque todos os visitantes vão poder viver uma experiência “única”.

“Cada casa está inspirada numa comunidade, todas elas têm a sua história uma riqueza de arquitetura muito importante. A organização apresenta um espetáculo com uma curadoria focada no povo africano”, afirmou a produtora, de 40 anos, frisando que está agendada a presença de diversos artistas.

Do mais tradicional como Bonga, ao mais moderno e transgressores, a Rock Street África é um  olhar “amplo” e “diverso” do continente africano. E ainda, no Parque da Bela Vista,  vai existir uma parte lúdica com diversos espectáculos de entretenimento, como por exemplo um encantador de cobras.

Na edição do Rio de Janeiro, o espaço contou com uma série músicos de países como o Mali, Burundi, Congo, Marrocos, Guiné e performances de artistas de rua. São os artistas que vão fazer da Rock Street África um ponto de celebração musical que certamente levará aos milhares de visitantes a identificação com a origem de todos os ritmos que os guiarão para outros palcos do festival.