Slim Boy usa a música para expressar o que lhe vai na alma desde 2012. O angolano nascido em Lisboa, vive em Luanda, onde descobriu o seu talento pela .

Foi nas rodas de batalhas de freestyle que Slim começou a pegar o jeito ao microfone. No princípio da carreira o seu nome estava associado a vários outros rappers, amigos do bairro aonde vive, Ingombotas, mas de há uns tempos para cá tem apostado mais na sua exposição a solo.

Slim Boy revela que tem o apoio total da sua família para evoluir dentro do rap. “Eles sabem que sou músico e não faço nada além da música por isso eles me apoiam“.

A perda de um amigo que partilhava o mesmo sonho fez com que a música passasse a ser a sua terapia. “Quando o Fox Wayne (Weyna) morreu, eu queria parar de cantar, a única cena que me fez continuar foi lembrar do sonho que nós sempre tivermos de pâr a Gang no topo do game, então tive de continuar a trajectória por toda a família”, explicou Slim Boy à BANTUMEN.

Apesar de estar atualmente em Lisboa, Slim continua a produzir para Angola e a Internet é o seu maior aliado na divulgação do seu trabalho. Contudo, “todo artista sonha sempre com seu primeiro álbum em formato físico”.

No entanto, Slim sabe que produzir e vender um álbum físico não é fácil. “Fazer álbum para mim não é algo de outro mundo, é na boa, o problema é que em termos de vendas, precisas de ter uma base de fãs muito grande, para ter um bom retorno do investimento.”