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Na última semana de abril, o lançamento de “Suficiente”, de Soraia Ramos, está entre os cinco artigos mais lidos da BANTUMEN. A seguir surge a cobertura do concerto de Djodje no Coliseu, onde o artista celebrou 25 anos de carreira.
A fechar a lista, a entrevista à empresária cabo-verdiana Lúcia Brito, fundadora da conferência Human Leadres e que defende uma liderança mais consciente e humana; o artigo de opinião de Macaulay Bandeira sobre A “Nobreza do Amor” e os avanços, ainda incompletos, da representação negra nas novelas brasileiras; e a curadoria de cinco livros essenciais para ler Paulina Chiziane, distinguida como Melhor Escritora de África em 2026.
Soraia Ramos lançou “Suficiente”, um single acompanhado de videoclipe que abordou a frustração de dar tudo numa relação e sentir que nada chega para o outro. Entre português e crioulo, a artista construiu uma canção confessional sobre desgaste emocional, validação, dependência afetiva e amor-próprio. O lançamento reforçou o percurso da cantora luso-cabo-verdiana entre a pop lusófona e as sonoridades africanas, juntando-se a temas que consolidaram a sua presença no espaço musical lusófono.
Djodje celebrou 25 anos de carreira no Coliseu dos Recreios, num concerto esgotado que juntou homenagem, memória e afirmação cabo-verdiana. A noite passou por um momento intimista, reservado a fãs, e por um espetáculo principal marcado pela presença da família, por convidados como Don Kikas, Nelson Freitas, Chelsea Dinorath, Neyna e Gil Semedo, e por tributos a Mário Marta e Sara Tavares. O concerto afirmou-se como celebração de percurso, pertença e legado.
Na entrevista à BANTUMEN, a empresária cabo-verdiana Lúcia Brito refletiu sobre liderança, produtividade, saúde emocional e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. A partir da sua história familiar, das perdas que marcaram o seu percurso e da experiência enquanto fundadora da DILUB, defendeu uma liderança mais humana, consciente e respeitadora do tempo de vida. A conversa antecipou também o Human Leaders International Congress Cabo Verde 2026.
No artigo de opinião, Macaulay Bandeira analisou "A Nobreza do Amor" como um marco na teledramaturgia brasileira, pela centralidade dada a personagens negros e africanos. O texto discutiu representação, imaginário, presença de artistas dos PALOP e os limites ainda existentes na forma como África é construída na ficção brasileira. Entre avanços e contradições, a novela foi lida como parte de uma disputa maior por novas narrativas negras no audiovisual.
A curadoria partiu da distinção de Paulina Chiziane como Melhor Escritora de África em 2026 para revisitar cinco obras essenciais da autora moçambicana. Entre Balada de Amor ao Vento, Ventos do Apocalipse, O Sétimo Juramento, Niketche e O Alegre Canto da Perdiz, o texto destacou uma escrita atravessada por memória oral, guerra, espiritualidade, colonialismo, maternidade, poligamia e condição feminina.
Relembramos-te que podes ouvir os nossos podcasts através da Apple Podcasts e Spotify e as entrevistas vídeo estão disponíveis no nosso canal de YouTube.
Para sugerir correções ou assuntos que gostarias de ler, ver ou ouvir na BANTUMEN, envia-nos um email para redacao@bantumen.com.
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