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Os artigos mais lidos desta semana na BANTUMEN começam com o artigo da 15.ª edição dos Cabo Verde Music Awards, marcada pela tripla vitória de June Freedom, um apagão e a polémica em torno da pergunta de Batchart sobre os apoios prometidos a São Vicente. Segue-se o artigo sobre Manjuco Vié e a reação da Federação Cabo-verdiana de Futebol à oferta de bonés personalizados aos jogadores dos Tubarões Azuis, num episódio que levantou questões sobre relações pessoais, marcas e representação institucional.
A lista continua com a abertura da chamada para a Bienal MoAC Biss 2027, dedicada a artistas, autores e agentes culturais interessados em integrar a próxima edição do evento; o regresso do Jardim de Verão à Gulbenkian, que volta a reunir música, cinema e pensamento a partir das culturas de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Brasil e Portugal; e, a fechar, a entrevista a Stella, fundadora da Nô Balur, que oito anos depois de criar a plataforma prepara os primeiros Video Music Awards da Guiné-Bissau.
O artigo acompanhou a 15.ª edição dos Cabo Verde Music Awards, realizada pela primeira vez no Mindelo, e destacou a consagração de June Freedom como o grande vencedor da noite. O texto reuniu os principais premiados, como Trakinuz, Josslyn, Djodje, Garry, Fattú Djakité e Dennyh, mas também analisou os episódios que marcaram a gala para lá da música: o apagão durante a cerimónia e a pergunta de Batchart sobre os apoios prometidos a São Vicente após a tempestade Erin.
O artigo explicou a polémica em torno da entrega de bonés personalizados por Manjuco Vié a jogadores da seleção cabo-verdiana, num momento de grande visibilidade dos Tubarões Azuis antes do Mundial 2026. O texto apresentou a reação da Federação Cabo-verdiana de Futebol, que negou qualquer parceria com a marca, e a resposta do empresário guineense, que afirmou tratar-se de um gesto pessoal de apoio aos atletas, sem reivindicação de vínculo institucional.
O artigo apresentou a chamada aberta da Fundação Bienal MoAC Biss para a segunda edição da Bienal de Arte e Cultura da Guiné-Bissau, prevista para 2027, sob o lema “Djidiundadi, Intemporalidade e Utopias”. O texto explicou as áreas curatoriais disponíveis, os prazos de candidatura e o significado do Djidiu como figura de memória, oralidade e transmissão de saberes, enquadrando a bienal como plataforma de criação contemporânea, pensamento crítico e futuros possíveis.
O artigo destacou o regresso do Jardim de Verão à Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com uma programação gratuita dedicada às culturas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Portugal. O texto apresentou os principais nomes da programação musical, entre eles Soraia Ramos, Nancy Vieira, Libra, Os Tubarões, Toty Sa’Med e Fogo Fogo, e sublinhou a exibição da antologia “Novas Narrativas de Caça”, seguida de conversas com convidados.
Nesta entrevista à BANTUMEN, Stella revisitou o percurso da Nô Balur, plataforma criada para promover a cultura guineense e que se expandiu para áreas como comunicação, turismo, educação, entretenimento e produção de eventos. O texto mostrou como a empreendedora transformou uma relação pessoal com a cultura da Guiné-Bissau num ecossistema de projetos, culminando agora na criação dos primeiros Nô Balur Video Music Awards, dedicados ao reconhecimento dos videoclipes guineenses.
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Para sugerir correções ou assuntos que gostarias de ler, ver ou ouvir na BANTUMEN, envia-nos um email para redacao@bantumen.com.
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